Cruzeiro e almoço no Guadiana

Cruzeiro e almoço no Guadiana

Cruzeiro pelo Rio Guadiana com início em Vila Real de Santo António e almoço a bordo.

Partimos às 8 da R.Sanches Coelho em Lisboa, junto ao parque EMEL, em direção a Alcácer do Sal para visita às Minas S. Domingos. Almoçamos no Restaurante – Pensão São Domingos. Prosseguimos viagem para Monte Gordo, onde jantamos e pernoitamos no Hotel Yellow. No dia seguinte, saímos cedo, às 8.30 em direção a VR Sto António. Embarcamos no Cruzeiro e almoçamos a bordo. Navegamos rio acima em direção a Alcoutim e depois breve paragem em Grândola. Regressamos a Lisboa, com chegada prevista às 19h.

Viagem cancelada

Almoço de sábado e Cruzeiro de domingoAlmoço de sábado no Restaurante – Pensão São Domingos Pão, azeitonas, manteiga, queijo e paio, sopa de cação e cozido de grão, vinho, cerveja, refrigerantes, águas e café.

Cruzeiro no Guadiana De Vila Real de Sto. António a Alcoutim com paragem em Pomarão. Almoçamos a bordo — carne e de peixe no churrasco: frango, entremeada, febras, entrecosto e sardinha assada. Salada mista; pão, sumos, águas, vinho e fruta.

Locais de visita ou de passagemRio Guadiana Nasce a uma altitude de de 1700 m, nas lagoas de Ruidera, na província espanhola de Ciudad Real, renasce nos Ojos del Guadiana e desagua no oceano Atlântico (mais precisamente no golfo de Cádis), entre a cidade portuguesa de Vila Real de Santo António e a espanhola de Ayamonte. Com um curso total de 829 km, é o quarto mais longo da Península Ibérica.
Fonte: Wikipedia

Minas de São Domingos Complexo mineiro instalado no século XIX para a exploração de uma mina de pirite cuprífera cujo depósito havia sido explorado já em época romana e pré romana. Os principais elementos extraídos durante a exploração moderna, entre 1854 e 1966, foram o cobre e o enxofre. Inclui as zonas urbanas da Mina de S. Domingos, Moitinha, Achada do Gamo e Pomarão, a zona de extracção na Mina de S. Domingos, zonas industrias na Mina de S. Domingos, Moitinha e Achada do Gamo, o caminho de ferro Mina-Pomarão com as estações e as obras de arte (túneis e pontes), o porto fluvial do Pomarão e a Palanqueira , duas albufeiras de água doce na Mina de S. Domingos, projectadas para permitir a metalurgia pela via húmida e um conjunto de canais e albufeiras de água ácida para permitir a gestão dos efluentes da metalurgia. Depois do encerramento da mina o equipamento foi desmantelado e vendido, restando hoje a paisagem marcada pela actividade mineira e pela drenagem ácida.
Fonte: Roteiro de minas

Alcoutim Vila raiana portuguesa pertencente ao Distrito de Faro, e região e sub-região do Algarve, com cerca de 900 habitantes. É sede de município composto por 4 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Mértola, a leste pela Espanha.
A presença humana no território que constitui atualmente o concelho de Alcoutim poderá remontar ao Paleolítico Médio. A partir do Neolítico as populações construtoras de megálitos fixaram-se um pouco por todo o território. Testemunhos dessa presença são os vários exemplos de monumentos megalíticos – antas, menires, tholos ou cistas megalíticas. São também muitos os elementos que nos atestam a continuidade de comunidades humanas nos períodos que se seguem – necrópoles de cistas da Idade do Bronze e do Ferro. No Período Romano abundam os vestígios que nos indicam a existência de comunidades organizadas em núcleos habitacionais ou núcleos familiares. Sobretudo na zona litoral, onde se concentram os melhores terrenos agrícolas, é comum detetar essa presença romana. Aqui, o Guadiana – exercia uma grande atração como via de penetração das rotas comerciais, que ligavam esta terra ao Mediterrâneo. Os quinhentos anos do domínio islâmico em Alcoutim, além da abundante toponímia, deixaram-nos perto de uma centena de sítios. Após a reconquista cristã, é integrada no território português. Em 1304, D. Dinis dotou-a de foral que virá a ser reformado em 1520, por D. Manuel I. Nos finais do século XV, torna-se num condado a favor dos marqueses de Vila Real. A família Meneses manteve este condado até ao século XVII, momento em que os seus bens são integrados na Casa do Infantado. Durante o século XIX, depois das lutas liberais em que é ocupado pelos Miguelistas, perde definitivamente essa posição estratégico-militar e é incorporado, pelos concelhos vizinhos. Desde finais do século XIX até 2013, o concelho esteve reorganizado em cinco freguesias.
Fonte: CM Alcoutim

Viagem cancelada