Notícia atualizada em 26 de abril
Sábado, dia 4 de maio, fazemos um passeio a Escaroupim, Salvaterra de Magos.
De barco, pelo Rio Tejo, seguimos a Rota Avieira e fazemos uma visita ao Museu “Escaroupim e o Rio”. À tarde, depois do almoço em Salvaterra de Magos, visitamos a Falcoaria Real.
Inscrições até segunda, 29 de abril!
Partimos às 8h30, da Av. José Malhoa, frente ao edifício da EDP, com destino à bonita Vila de Salvaterra de Magos.
Sobre a Cultura Avieira
Várias famílias vinham, no inverno, em grande número do mar da Praia da Vieira, pescar para o Rio Tejo, regressando a casa no verão. Entretanto foram-se fixando nas margens do Rio, em habitações de caniço e depois em madeira.
Passeio no Tejo
De manhã, seguimos a “Rota da Cultura Avieira”. Embarcamos no Cais do Escaroupim, pela Rota Avieira e observamos as casas típicas de cores vivas da aldeia piscatória de Escaroupim, a flora e fauna – as aves migratórias, os cavalos em liberdade nas margens, as pequenas “ilhas do rio”… Depois, degustamos um licor e seguimos para a próxima etapa: a visita ao Museu “Escaroupim e o Rio”.
O Museu constrói um percurso expositivo que dá a conhecer a importância do Rio Tejo e dos seus afluentes, enquanto elemento de fixação humana e evidencia as atividades de trânsito fluvial, barcas de passagem e a pesca. A pesca é a atividade que ainda permanece em estreita ligação com o rio. O Museu é um lugar de afetos, um local de encontro e preservação de tradições e memórias.
Almoçamos num restaurante de Salvaterra de Magos.
À tarde, fazemos uma visita à Falcoaria Real
A Falcoaria consiste na utilização de aves de presas treinadas para a caça de animais selvagens no seu ambiente natural e é Património Cultural e Imaterial da Humanidade UNESCO.
A construção do edifício da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos data do século XVIII. De arquitetura pombalina, contou com orientações do arquiteto Carlos Madel e apresenta influências das falcoarias holandesas de Setecentos.
Considerada a mais nobre das artes cinegéticas, a falcoaria foi apanágio de imperadores, reis e príncipes de todo o mundo. A história da Real Falcoaria de Salvaterra está associada à história do Paço Real – Casa de Campo da Coroa – que, com o passar do tempo, transformou a nobre vila ribatejana num importante centro da vida social e artística da corte portuguesa.
Neste espaço podemos observar o quotidiano das aves em cativeiro, peças multimédia, filmes, pintura, fotografia e jogos virtuais. Durante a visita descobrimos o mundo da Falcoaria desde o Neolítico até aos nossos dias, os motivos que conduziram ao aparecimento desta arte, bem como, a sua importância na Vila de Salvaterra de Magos, que desde sempre reuniu condições favoráveis para a realização de grandes caçadas. É possível também assistir ao treino de aves e demonstração de voo em liberdade, onde as aves mostram toda a sua perícia, na tentativa de capturar a “falsa presa” lançada pelos falcoeiros.
Fotos da Falcoaria: https://www.falcoariareal.pt/
Passeio a Escaroupim, Salvaterra de Magos, 4 maio
Inscrições até segunda, 29 de abril!
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